Roteiros

17 de agosto de 2010

É fato que sempre fiz histórias usando mais a intuição que a técnica. Mas acho que conhecer como os profissionais trabalham é, no mínimo, inspirador! Pra quem também quer se aventurar, recomendo três sites:  Dicas de Roteiros (o blog da Valeria Olivetti traz 1 dica por dia, às vezes ótimos textos dela, às vezes traduções de outros autores), Roteiro de Cinema e o site pessoal do Massarani.

Tirinhas, lançamentos em SP

17 de agosto de 2010

O fodástico Lobo dá início a sua editora com o lançamento de trabalhos de algumas feras, dentre eles o Ota (sim, o cara que editou a Mad por trocentos anos) e o Arnaldo Branco (da ótima tirinha Mundinho Animal e do memorável Capital Presença). O convite do lançamento está aqui. Vou tentar ir!

Meu voto

17 de agosto de 2010

Normalmente eu justifico o voto, é mais prático e rápido (se não fosse obrigatório, nem título teria). Mas nas proximas eleições acho que vou fazer um esforço para votar: tem cada candidato bizarro que não vou resistir a cometer o suplício. Ah! Eu vivo em um país maravilhoso.

Scanlation

16 de agosto de 2010

Gosto de ler no papel. Mas consigo ler no formato digital. Alguns quadrinhos quero ter impressos, mas outros quero só conhecer, ler um ou dois capítulos para ver se é bom. Encontrei um bom site de scans de mangás (http://ltfmangas.blogspot.com/) e recomendo.

Parece que a indústria editorial está caminhando com força para o formato e-book, o que é bom. O formato digital é barato (não tem gráfica, não tem logística física, estoque, manuseio etc) e isso permite que um livro, um quadrinho, seja vendido a um preço barato (se a idústria irá repassar a economia aos preços, eu não sei, mas deveria). Serei um consumidor do e-book, com certeza.

Mas não vou jogar fora minha estante: ainda quero muitos quadrinhos impressos nela.

Hum…

13 de agosto de 2010

Em um post anterior disse que gostaria de fazer quadrinhos sem narrador: dizer é uma coisa, fazer é outra! Trabalhar apenas com diálogos está se mostrando ser algo impossível pra mim. A cada dia que passa vejo que tenho mais limitações técnicas nesse sentido. Ruim? Nem tanto. É bom saber onde o sapato aperta.

No momento estou cogitando fazer duas ou três séries de histórias com capítulos curtos, de 1 a 2 páginas cada.  Algo pareciso com o que já fiz com Demi Video e Meu livro de cabeceira. Nada grandioso, sem grandes expectativas, mas com pompa (sempre!).

Trilha sonora em HQs?

11 de agosto de 2010

Uma HQ pode ter trilha sonora? Estou montando a minha:

Fotos

11 de agosto de 2010

O roteiro está mais ou menos encaminhado. Será a história de dois demônios que tem uma missão a cumprir. Quero jogar muita coisa de cotidiano na história (o missão é só desculpa para explorar a vida e relacionamentos dos personagens) por isso comecei a garimpar locações. O ideal é tirar fotos (aprendi isso vendo o trabalho do Brian Lee O’Malley), mas fico muito tímido quando tem gente perto (as pessoas ficam um pouco na retranca quando alguém se aproxima com uma câmera, e eu fico muito desconcertado com a situação).

Desenhar em público pra mim já não é tão problemático (prancheta ou caderno não chamam a atenção como uma câmera). Acho que a tática será essa: andar com a prancheta e desenhar o lugar que quero, caso a situação seja propícia eu retiro a câmera da mochila e tasco uma foto.

Gosto do tipo de arquitetura que encontro aqui no bairro da Saúde, em São Paulo. O bom é que nem sempre tem alguém na rua. Mas há outros lugares interessantes em São Paulo que sempre estão cheios.

Os demônios: roteiro

9 de agosto de 2010

Em linhas gerais o roteiro está totalmente esquematizado. Quero lapidar um pouco os personagens e definir algumas prioridades da história (se vou focar nos relacionamentos, no ambiente ou na “missão” do personagem principal).

O tipo de quadrinhos que gostaria de fazer

4 de agosto de 2010

Não, não sou eu na foto!

A ultima HQ curta que tentei fazer ficou muito ruim. Tão ruim que desisti na metade do caminho. Mas se é errando que se aprende, acho que devo insistir no erro. Digo, aprender com os erros.

Não consigo pensar em boas histórias curtas. Tenho um plot interessante aqui, mas nada que me deixe empolgado. Venho pensando em começar um projeto longo, dividido em capítulos curtos que são completos em si. Fico mais estimulado com essa idéia. Acho que o caminho é esse.

O que vou fazer? Tenho algumas pistas:

1. Algo que não tenha diálogos internos, descrições, monólogos ou qualquer tipo de narrador. Quero que o leitor entenda a história e formule o sentido por si só, sem meu velho e chato falatório. Quero mostrar o que acontece e não descrever.

2. Cotidiano. Sou um cara do mundo urbano,  gosto de ficção científica e de mundos apocalípticos, mas tudo com um pé no real, mundano, repetitivo e comum das pessoas. Tomar café, ir ao trabalho, encontrar um amigo, ler o jornal. Nada de capa e espada, orcs ou magos (talvez se eles morarem em alguma casa de vila do Ipiranga e trabalharem como atendentes de telemarketing).

3. Algo a mais. De vidinhas bestas e personagens neuróticos os quadrinhos “de autor” estão cheios. Cansei disso. Não quero ser o quadrinista “cabeça” (mesmo esforçando não seria, mas posso, como muitos, camuflar minhas deficiências parecendo ser). Quero diversão! Não a diversão bobinha, mas diversão. Não o drama simples, mas algo a mais. Algo que nos tire do cotidiano (2.) e nos diga que é possível viver algo mais além do convencional.

Hora de botar a mão na massa!

Pindura 2011

1 de agosto de 2010

Se me chamarem para mais um, acho que vai virar emprego fixo não-remunerado (tem hífen?). Desenhos para o calendário Pindura 2011 (era para usar o tema elevador, logo pensei que ele poderia estar descendo… descendo…):